Como as empresas mais inovadoras do mundo lidam com seus funcionários?

As pessoas são o centro das transformações no Vale do Silício

Como as empresas mais inovadoras do mundo lidam com seus funcionários?

As pessoas são o centro das transformações no Vale do Silício

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A forma como as empresas lidam com seus funcionários talvez tenha sido o grande diferencial para o surgimento das companhias altamente inovadoras nascidas do Vale do Silício.

Diferente do que se fazia no passado, hoje as pessoas são livres para criar, têm o direito de errar e têm uma liberdade que há alguns anos pareciam improváveis.

Na Netflix, por exemplo, 50% do tempo da entrevista é focado em entender se o novo colaborador tem a mesma cultura da companhia. Ou seja, estar alinhado com os valores da empresa é tão ou mais importante que conhecimento técnico.

Além disso, as entrevistas duram até 8 horas e são feitas, geralmente, por 8 pessoas. Se alguma delas tiver qualquer objeção, dificilmente a pessoa é contratada.

Todos os colaboradores têm muita liberdade para tomar suas decisões, dentro de um contexto macro, mas têm também enorme senso de responsabilidade com suas ações.

No Google, cada colaborador constrói suas próprias metas. E não atingi-las é visto como algo positivo, porque as metas precisam ser extremamente desafiadoras.

Outro diferencial da empresa é a não exigência de diplomas universitários. As pessoas são contratadas por suas habilidades e não por sua formação acadêmica.

Durante muito tempo Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, entrevistavam pessoalmente cada novo colaborador. Há relatos de que cerca de 70% do tempo deles era dedicado a essa tarefa.

Foi assim, aliás, que contrataram o Eric Schmidt, que foi CEO da empresa por mais de 15 anos, durante o Burning Man, um festival alternativo que reúne milhares de pessoas no meio do deserto de Nevada, nos Estados Unidos.

Já no Facebook, nem sempre o funcionário mais inteligente é contratado. Pessoas intelectualmente curiosas e que gostam de aprender sempre têm maior valor dentro da companhia.

“Se temos literalmente a pessoa mais esperta da sala, que é expert seja lá o que ela faça, mas que não está aberta a aprender, esse é um grande sinal vermelho para nós. Precisamos de pessoas que estão buscando incorporar novos comportamentos”, diz Janelle Gale, Executiva de RH da empresa.

O que faz do Vale do Silício um lugar especial é a diversidade de pessoas. Cerca de 45% das pessoas que trabalham nessa pequena região são de fora dos EUA. Há uma enorme pluralidade de crenças, raças, línguas e costumes.

A StartSe criou um programa chamado MISSÃO RH, destinada a Diretores, Gerentes e gestores de Recursos Humanos. Entender como as empresas do Vale do Silício contratam e retém talentos e a forma como extraem o melhor de cada pessoa é fundamental para o avanço dos negócios no Brasil.

Para conhecer mais sobre a Missão RH no Vale do Silício, acesse o site oficial do programa e veja todos os detalhes.

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