Como a tecnologia pode ajudar a desenvolver as habilidades da Nova Economia?

De acordo com o We Forum, uma grande possibilidade é usar o MPPG ou a Aprendizagem baseada em dispositivos móveis, participativa, personalizada e em grupos

Como a tecnologia pode ajudar a desenvolver as habilidades da Nova Economia?

De acordo com o We Forum, uma grande possibilidade é usar o MPPG ou a Aprendizagem baseada em dispositivos móveis, participativa, personalizada e em grupos

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O futuro do trabalho está mudando rapidamente - de acordo com a McKinsey e a PWC, cerca de 30% a 50% dos empregos serão preservados por robôs e inteligência artificial na próxima década. Com o surgimento de máquinas inteligentes e automação, começam os questionamentos acerca das habilidades necessárias para se manter empregado na Nova Economia.

Não é novidade que, além de se preparar para trabalhos que ainda não existem, os profissionais de hoje precisam se desapegar de tarefas de rotina, as quais as máquinas fazem muito mais rápido e melhor do que os humanos. Frente a esse cenário de disrupção, o Fórum Econômico Mundial divulgou uma lista com as dez habilidades necessárias para ter sucesso na Quarta Revolução Industrial.

Segundo o We Forum, entre as dez habilidades necessárias na Quarta Revolução, o pensamento crítico, a criatividade, a comunicação e a colaboração se destacam. “Essas são as habilidades que os robôs e a inteligência artificial ainda não conseguem fazer tão bem quanto os seres humanos”, diz.

Com a correria do dia a dia e a falta de tempo para desenvolver habilidades, se torna necessário adotar novas perspectivas e formas de desenvolver habilidades em escala. E, para escalar essas habilidades, as pessoas não têm escolha senão aproveitar a tecnologia para realizar essas tarefas com mais velocidade.

De acordo com o We Forum, uma grande oportunidade é utilizar o MPPG ou Aprendizagem baseada em dispositivos móveis, participativa, personalizada e em grupos, na sigla em inglês. Segundo a instituição,  com base no mais recente estudo de aprendizagem de adultos, o MPPG fornece uma estrutura prática para mover o mundo na direção certa da Nova Economia.

Conteúdos acessíveis em dispositivos móveis

Dado que mais de 44% da população mundial possui um smartphone, é possível aproveitar essa tendência para reduzir a crescente lacuna de habilidade e capacitar as pessoas. Porém, assim como em qualquer outra plataforma, o conteúdo desenvolvido precisa ser compatível com a forma de aprendizado.

Ao contrário do EAD tradicional, que é projetado para um aluno sentado atrás de um computador e com a concentração voltada para essa tarefa, esse novo “aprendizado móvel” exige um conteúdo diferenciado.

Primeiro, é necessário pensar em como esse aluno receberá o conteúdo - provavelmente, o aluno está em movimento e com pouco tempo para aquilo. De acordo com o We Forum, para essa situação, é necessário projetar um conteúdo pequeno, interessante e acessível em qualquer hora e lugar.

Participação e colaboração

Em segundo, com o nível de estímulo que as pessoas se acostumaram, a necessidade de co-criação e participação é uma parte crítica no desenvolvimento das habilidades da Nova Economia. Em última análise, a educação precisa convidar as pessoas a participar de suas experiências de aprendizado - não apenas ler artigos e assistir vídeos.

Isso porque, quando o aluno participa da experiência de aprendizado, isso aumenta a propriedade do próprio aprendizado, o que consequentemente amplia sua probabilidade de aplicação - que é o verdadeiro valor do conhecimento. Para enfrentar a Quarta Revolução Industrial, os alunos precisam desenvolver a participação, uma competência essencial nesse novo cenário.

Personalização gera criticidade

Mesmo frente ao mesmo desafio, cada pessoa responde de uma maneira diferente a ele, com base em seu histórico e experiência. Em um mundo caracterizado pela VUCA - volatilidades, incerteza, complexidade e ambiguidade, em português -, as pessoas precisam desenvolver habilidades de raciocínio e julgamento crítico personalizados para que, no futuro, cada pessoa tenha autonomia para formar suas próprias opiniões e perspectivas.  

Ou seja, a educação precisa dar espaço para que os indivíduos forneçam suas próprias respostas, de modo que o aprendizado seja personalizado e relevante para diferentes contextos.

Compartilhar conhecimento e experiência, em grupos

Além dos pontos citados acima, a formação de grupos também será uma importante ferramenta para desenvolver as habilidades da Nova Economia. De acordo com o We Forum, a aprendizagem ocorre de forma mais profunda quando as pessoas discutem, aprender e compartilham uns com os outros seus conhecimentos e experiências. “Compartilhar e trabalhar em grupos desenvolve habilidades de comunicação e colaboração”, explica.

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