Apple, Google e IBM olham para a China em busca de parcerias

Os CEOs da Apple, Google e IBM participarão de um evento chinês em busca de parcerias, fortalecendo a presença das empresas no país

Apple, Google e IBM olham para a China em busca de parcerias

Os CEOs da Apple, Google e IBM participarão de um evento chinês em busca de parcerias, fortalecendo a presença das empresas no país

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Nos dias 27 e 28 de março, acontece o evento China Development Forum, um evento que discutirá a “Nova Era da China” e abordará desde o desenvolvimento do país às finanças políticas, inovações e planos para o futuro. Os CEOs da Apple, Google e IBM estão agendados para comparecer no evento e o objetivo, segundo a Bloomberg, é de realizar negócios.

A China hoje é o segundo maior mercado do mundo, atrás dos Estados Unidos. Nesta quinta-feira, o presidente Trump impôs tarifas sobre US$ 60 bilhões em produtos chineses, após a afirmação que o país realizou roubo de propriedade intelectual dos Estados Unidos. O valor de US$ 60 bilhões representa à perda de receita sofrida por empresas americanas anualmente na China.

O presidente republicano ainda acredita que o investimento chinês em empresas nos Estados Unidos é desleal e tem o objetivo de diminuir a economia americana. A Apple, Google e IBM aparentemente discordam, já que Tim Cook, Sundar Pichai e Ginny Rometty estão buscando estreitar o relacionamento com o país.

O CEO da Apple possui, inclusive, o cargo de co-presidente no evento chinês. A empresa possui uma boa abertura no mercado do país, pois seus dispositivos eletrônicos continuam sendo bem recebidos.

No ano passado, ainda segundo a Bloomberg, a IBM anunciou um acordo com a empresa chinesa Wanda Group, no mesmo evento. A parceria foi realizada para que a IBM tivesse auxílio da Wanda ao expandir sua nuvem na China.

O Google possuía escritórios e uma presença forte na China até 2010, quando o governo censurou resultados de pesquisas e a empresa se retirou do país por causa disso. Agora, a empresa do Vale do Silício está retornando aos poucos, abrindo um escritório em Shenzen em janeiro deste ano.

O presidente dos Estados Unidos demonstrou ter suas diferenças contra a China ao criar novos impostos nos produtos chineses nessa quinta-feira. Mas uma coisa não se pode negar: o país é a segunda maior economia do mundo e está em ascensão. O país já concentra empresas grandes o suficiente para concorrerem com gigantes de tecnologia no Vale do Silício, e agora as empresas dos Estados Unidos estão em buscas de parcerias para conquistar um novo mercado. Mergulhe e conheça o ecossistema empreendedor da China através de nosso e-book gratuito.

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