Breaking the Walls: em nova sede, StartSe recebe startups de PMO e Financeiro

Se você tem interesse em participar, como startup, basta acessar e cadastrar sua companhia através da base do StartSe

Breaking the Walls: em nova sede, StartSe recebe startups de PMO e Financeiro

Se você tem interesse em participar, como startup, basta acessar e cadastrar sua companhia através da base do StartSe

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A StartSe realizou ontem (25), no Spaces, mais uma rodada do Breaking the Walls – uma de suas iniciativas corporate para conectar startups e grandes empresas. O evento contou com 10 startups, que vieram expor suas soluções nas áreas de Financeiro e PMO.

O encontro envolveu executivos e responsáveis pelas áreas de inovação da BrasilPrev, BRFRodobensKrotonCardif e Grupo Zema. No início do dia, essas companhias tiveram contato com as startups Espresso, FitBank, Monkey Exchange, Kitado e Quartilho. Depois, as startups da área de PMO Artia, Fhinck, Huggy, Zehnk e Vianuvem apresentaram-se.

As empresas cumprem um ciclo que tem duração de 4 meses. Ao longo dele, são realizadas 8 rodadas de apresentação (2 áreas por mês), que acontecem no Spaces, escritório da StartSe em São Paulo. São 5 startups por área, totalizando 40 no total.

Se você tem interesse em participar, como startup, basta acessar e cadastrar sua companhia através da base do StartSe.

Se você é de uma corporação e quer embarcar no Breaking the Walls, é só entrar em contato pelo e-mail lobel@startse.com. A sacada aqui é que você não precisa esperar que o ciclo de 8 rodadas se encerre para ingressar no programa. Como a ordem das rodadas não muda, novas empresas podem se juntar a qualquer momento e cumprirão o seu ciclo próprio.

A próxima rodada será com startups de TI e Compras, no dia 23 de novembro.

Você não conhece nossas iniciativas Corporate?

Comecemos pelo manifesto:

“Se manter competitivo nunca foi tão complexo!

Como você descreve o seu mercado daqui a 5 anos? É um ritmo frenético de mudanças e surpresas. Bons negócios, e empresas de sucesso, nunca estiveram tão ameaçados por tendências furtivas e por novos micro-players. Parece que os maiores concorrentes do próximo ano estão nascendo apenas neste ano.

As boas práticas de gestão e governança são importantes, mas não aceleram mudanças disruptivas!

Ciclos de planejamento estratégico, consultorias especializadas, novos times de alto impacto, desenvolvimento de novos produtos e modelos de negócios, investimentos em pesquisas e tecnologias são cada vez mais necessários. Mas talvez, infelizmente, insuficientes. As empresas estão sendo pressionadas a observar as tendências com outros olhos, prever com mais rapidez, planejar em ciclos curtos e executar com agilidade.

Existe um novo ecossistema de inovação que quer tomar o mercado dos incumbentes!

Por mais que as empresas tentem, elas não conseguem competir com a nova dinâmica de criação de novos negócios que está acontecendo no mercado. Imagine! São milhões de pessoas lá fora – jovens e idosos, pobres e ricos, estudantes e autodidatas, PhDs, executivos, profissionais de todas as áreas, pequenos investidores e grandes fundos de capital de risco – todos pesquisando tecnologias e mercados, interagindo com e como clientes, criando protótipos, tentando, testando e aprendendo rápido. Todos querendo criar rupturas no mercado que as empresas estabelecidas tanto conhecem e dominam. E nunca foi tão fácil e barato tentar criar um novo negócio de grande impacto e escalável.

Faça parte da Startup Economy!

Este novo ecossistema está criando novos produtos e modelos de negócios disruptivos, mas também desenvolvendo novas práticas e métodos de gestão para acelerar a inovação. Esta Nova Economia é ao mesmo tempo a maior ameaça e a maior oportunidade que já surgiu.”.

As startups se beneficiam com capital, rede de relacionamento, experiência operacional e acesso a mercados; enquanto as grandes empresas possuem acesso a investimento de alto retorno, futuras aquisições, movimentos estratégicos e adoção acelerada de tecnologias. A atividade de Corporate Venture movimentou US$ 13,3 bilhões, em 768 negócios, nesse primeiro semestre de 2017. Há dúvidas de que essa é uma imensa oportunidade?

O StartSe capitaliza ela através de algumas iniciativas, divididas em três pilares:

Informe-se e aprenda – Para isso, promovemos o Corporate Class, um evento que discute como sua empresa pode inovar a partir das startups; e o Corporate Class in Company, um workshop interno para companhias interessadas em aprender mais sobre a metodologia do Vale do Silício.

Conecte-se ao ecossistema brasileiro – Através do Breaking the Walls, iniciativa que aproxima startups e grandes empresas em ciclos de apresentações; e o Screening, em que o StartSe firma parceria com corporações para a busca e curadoria de startups capazes de se tornarem fornecedoras ou parceiras.

Conecte-se ao ecossistema internacional – com o Spot, onde entendemos toda a estratégia desejada por determinada empresa, usamos da estrutura do StartSe no Vale do Silício e fornecemos relatórios com o que há de mais novo no escopo demandado; e as Missões Corporate, com grupos de executivos interessados em aprender como as grandes empresas mundiais se relacionam com as startups e inovação do Vale.

Participe do maior censo de startups do Brasil! Não deixe de entrar no grupo de discussão do StartSe no Facebook e de inscrever-se na nossa newsletter para receber o melhor de nosso conteúdo!

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