Lady Driver recebe aporte de R$ 1 milhão e promete ser o “Uber feminino”

Esse é um problema real para as mulheres que querem se movimentar livremente pela cidade, o que também a torna uma oportunidade para empreendedores

Lady Driver recebe aporte de R$ 1 milhão e promete ser o “Uber feminino”

Esse é um problema real para as mulheres que querem se movimentar livremente pela cidade, o que também a torna uma oportunidade para empreendedores

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Em uma sociedade machista como a brasileira, são poucas mulheres nunca sofreram assédio. Essa possibilidade se potencializa quando elas estão em um momento de um para um com um homem desconhecido, como em um carro.

Por isso, aplicativos de carona (assim como o táxi) se tornaram campeões de reclamação de assédio. A maioria das corridas pode ser ótima, mas basta uma corrida com um motorista errado para que todo o modelo seja inviabilizado e a experiência do usuário seja negativa.

Esse é um problema real para as mulheres que querem se movimentar livremente pela cidade, o que também a torna uma oportunidade para empreendedores. Foi para resolver isso que surgiu a Lady Driver, a 1ª startup de transporte feminino autorizada a operar na cidade de São Paulo.

Ela opera em um modelo similar de seus concorrentes (Uber, Cabify, 99 e Easy), mas com a diferença que quem vai dirigir o carro é sempre do sexo feminino. Acabou a história do assédio. Embora tenha apenas 1 mês de autorização para operar, acaba de receber um aporte de R$ 1 milhão, liderado pela Kick Ventures, para poder crescer no Brasil e atender este nicho imenso de mercado.

O projeto foi iniciado quando Gabi Corrêa, CEO e idealizadora da startup, foi assediada em uma corrida de táxi. Depois dessa experiência, ela optou a viajar somente com uma motorista mulher, mas ficou impossibilitada de realizar as corridas quando ela estava ocupada.

Daí entendeu que havia mercado para o aplicativo e idealizou o projeto. Ela ressalta que o aplicativo também traz grandes benefícios do aplicativo sobre economia e emprego. SEgundo a empreendedora, 20% das motoristas são mulheres que nunca haviam trabalhado para outros aplicativos por questão de insegurança: “a mulher tem no seu instinto o cuidado, ela sente mais confiança ao estar na presença de outra mulher, vamos provar que as mulheres se ajudam e são melhores motoristas”, diz a idealizadora.

O dinheiro será usado, ainda em 2017, para fazer a LadyDriver chegar em diversas cidades por todo o país em 2017, expandindo o seu alcance e ajudando a empoderar cada vez mais mulheres.

"LadyDriver traz para a mobilidade urbana e ao público feminino, uma experiência única, alternativa de alta qualidade, baixo custo e pensada em cada detalhe pelas idealizadoras para atender as expectativas e anseios das mulheres. Grande honra ajudarmos a impulsionar esse inovador projeto de empoderamento feminino, com geração de emprego, renda e melhor mobilidade a este público" diz Rodrigo Quinalha, head da KICK Ventures.

Essa é uma história clássica de empreendedorismo. Há enormes oportunidades que surgem no nosso dia-a-dia e pretendemos ajudar empreendedores transformá-las em startups através do programa Startup de A à Z.

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