O dilema das locadoras de veículos: ou inovam ou morrem

Só as empresas que entenderem as mudanças terão sucesso no longo prazo

O dilema das locadoras de veículos: ou inovam ou morrem

Só as empresas que entenderem as mudanças terão sucesso no longo prazo

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Vivemos numa era em que as novas gerações estão cada vez menos propensas a ter um veículo. O objetivo delas é a locomoção, e isso não passa necessariamente pela compra de um carro. Longe disso.

Com o surgimento do Uber, 99, Easy Taxi e outros serviços, ficou evidenciado que é possível se locomover com segurança e conforto, gastando muito pouco.

Outro mercado que cresce bastante neste cenário é o de aluguel de veículos. No Brasil, em 2017, o setor cresceu 12,3%, com vendas na casa dos R$ 15 bilhões. O número de clientes também cresceu, atingindo a marca de 23,2 milhões de usuários.

O número de empresas do setor também subiu, saltando de 11,2 mil para 11,5 mil. E o total de veículos disponíveis chegou a quase 710 mil. Os dados são da ABLA, Associação Brasileira das Locadoras de Veículos.

Porém, uma luz amarela se acendeu sobre esse mesmo mercado nos Estados Unidos: A Hertz Global, uma das maiores empresas de locação de veículos do mundo, acumula prejuízos consecutivos.

Vamos falar muito sobre isso no Mobility Day 2018, maior conferência da América Latina sobre o futuro da mobilidade urbana.

Um dos grandes desafios do setor de locação de veículos é a concorrência com aplicativos de transporte e as startups de compartilhamento, como a Moobie. Funciona assim: se você tem um carro, que fica parado o dia todo na garagem do trabalho, pode incluí-lo na plataforma da empresa e aluga-lo para outras pessoas. O valor mínimo da locação é de R$ 73 a diária, já com seguro incluso.

Outro grande concorrente das locadoras é a startup ZazCar. A empresa possui carros espalhados por mais de 100 pontos em São Paulo. Você procura um carro pelo aplicativo, vai até ele, desbloqueia as portas pelo app e pronto.

Mais um desafio para as locadoras de veículos são as formas alternativas de transporte. Startups de aluguel de bicicletas elétricas estão surgindo no mundo todo. Algumas, como a chinesa Mobike, já está em quase 200 cidades no mundo e já vale US$ 1 bilhão.

O mercado de compartilhamento de veículos, no qual estão inseridas as locadoras, crescerá muito nos próximos anos. Porém, poucas pessoas terão paciência de preencher formulários, esperar pelas vistorias e suportar toda a burocracia que as locadoras oferecem hoje.

Só aquelas empresas que entenderem a necessidade da mudança sobreviverão. E aquelas que investirem em formas alternativas de aluguel de veículos (e outros meios de transporte) terão lugar garantido no futuro!

Para saber mais sobre as transformações que a tecnologia vai causar na mobilidade urbana – e nos mercados que giram ao redor disso – inscreva-se já no Mobility Day 2018.

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