Os 4 pontos que fazem o Vale do Silício especial e diferente

O lugar mais propício do mundo para inovação tem 4 vantagens: humildade, dinheiro, colaboração e diversidade

Os 4 pontos que fazem o Vale do Silício especial e diferente

O lugar mais propício do mundo para inovação tem 4 vantagens: humildade, dinheiro, colaboração e diversidade

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Empreendedor brasileiro, Diogo Ruiz captou dinheiro no Vale do Silício para sua startup e conta como atingiu o sucesso. Ele não foi para os Estados Unidos para conseguir financiar sua startup, foi para conseguir ganhar clientes em São Paulo para sua antiga empresa, de vídeos. Sabe como ganha São Paulo? Ganhando os Estados Unidos”, destaca Diogo Ruiz, fundador da Bluezup – uma espécie de Airbnb das coisas, que permite que usuários testem produtos eletrônicos antes de comprar.

A decisão da cidade nos Estados Unidos foi super importante para selar o destino de Diogo. “Fomos diversas vezes para os Estados Unidos para conseguir uma chance, decidimos mais um passo para frente, resolvemos abrir um escritório nos EUA. Pensamos NY, LA e decidimos por San Francisco, viver de perto essa revolução que está acontecendo no mundo”, conta no Silicon Valley Conference neste sábado (5).

Ele logo percebeu que tinha ido para um lugar realmente especial: a Florença da Nova Economia. “Quatro pontos fazem o Vale ser especial. O primeiro ponto é a diversidade, com 40% das pessoas vindo de fora. Se você quer inovar, não adianta conversar com as mesmas pessoas, andar com o mesmo grupinho”, afirma.

Também percebeu que há um senso de comunidade e ajuda que ajudava a propagar cada vez mais as pessoas que lá estavam. “Outro ponto é a questão da colaboração, essa é cultura de lá. Se as pessoas se ajudassem mais aqui, poderíamos construir um país cada vez mais forte”, complementa.

O dinheiro também se tornou uma parte significativa da cultura do Vale, o que ajuda as startups a serem cada vez mais fortes. “Terceiro é a questão de dinheiro, 25% do capital de risco está lá, os principais tubarões. Mas não é fácil levantar dinheiro lá”, conta.

Mas é importante ressaltar que a cultura do Vale não criou uma região de pessoas insuportáveis: lá, a maioria das pessoas tenta ser humilde (pois sabem que podem conversar com as pessoas de mais sucesso. “E o último ponto, que para mim é o mais importante, é a questão da humildade. Você sabe que as pessoas lá vão te ouvir”, diz.

Mas não quer dizer que as pessoas vão te ouvir para sempre: a maioria dos “pitches” tem no máximo 1 minuto. “Tem uma coisa nos EUA que é ‘time is money’. A galera está lá para fazer negócio, não para perder tempo”, complementa.

Isso garante que lá o trabalho seja mais focalizado, sem que você perca tempo com besteira. “O que eu percebi é que lá é tudo preto no branco. Ninguém vai perder tempo se não fizer sentido para fazer negócio lá na frente, e eles estão sendo gente boa de não te fazer você perder tempo também”, termina.

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